Inovação

Inovação

Da micorrização à regeneração do sobreiro, investimos em investigação e inovação para o futuro da floresta

Inovação biológica aplicada à floresta portuguesa

Inovação - Inovação biológica aplicada à floresta portuguesa

A Silvitec-Micoflora, fundada em 2003 em Alcácer do Sal, é pioneira em Portugal na introdução de técnicas de micorrização florestal. A sua atividade assenta na transferência de conhecimento científico para a prática florestal, combinando biotecnologia, ecologia microbiana e gestão agro-florestal.

Apesar de não ter departamento formal de I\&D nem laboratório próprio, aloca uma parte significativa do tempo dos seus técnicos a atividades de investigação, com mais de 56% do tempo da responsável de I\&D dedicado a estas funções.

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Parcerias Estratégicas

A Silvitec-Micoflora, fundada em 2003 em Alcácer do Sal, é pioneira em Portugal na introdução de técnicas de micorrização florestal. A sua atividade assenta na transferência de conhecimento científico para a prática florestal, combinando biotecnologia, ecologia microbiana e gestão agro-florestal.

Apesar de não ter departamento formal de I\&D nem laboratório próprio, aloca uma parte significativa do tempo dos seus técnicos a atividades de investigação, com mais de 56% do tempo da responsável de I\&D dedicado a estas funções.

Ciência e inovação para florestas mais resilientes

Projetos de investigação e desenvolvimento que criam valor real para proprietários e produtores florestais.

Ciência e inovação para florestas mais resilientes

A inovação da Silvitec é aplicada e de base biológica. 

A empresa não desenvolve tecnologia de raiz em laboratório, mas combina conhecimento tácito de campo acumulado ao longo de décadas com as fronteiras da micologia florestal.

Distingue-se pela capacidade de adaptar soluções biotecnológicas, originalmente concebidas para a agricultura, às espécies florestais autóctones portuguesas, em condições reais de clima mediterrânico e solos pobres.

Desenvolveu ainda projectos como o software de gestão GESFLORA (2005), um projecto de truficultura aprovado pelo IAPMEI (2011) e a introdução de produtos micorrízicos no mercado nacional desde 2004\.

Ciência ao serviço da floresta

Projetos de investigação e desenvolvimento que criam valor real para proprietários e produtores florestais.

Projeto Bioestimuladores - BIOFER
Projeto Bioestimuladores - BIOFER
Projeto Bioestimuladores - BIOFER
Projeto Bioestimuladores - BIOFER

Projeto Bioestimuladores - BIOFER

O projeto BIOFER tem como principal objetivo desenvolver biofertilizantes específicos para espécies florestais, capazes de melhorar o crescimento, a nutrição e a resistência das plantas em condições ambientais adversas.

Surge como resposta aos desafios atuais do sector florestal, nomeadamente a degradação dos solos, a escassez de água e a dependência de fertilizantes químicos tradicionais.

A abordagem assenta na utilização de microrganismos benéficos e compostos naturais, como ectomicorrizas e bactérias promotoras do crescimento vegetal, que atuam em simbiose com as plantas.

Estas soluções biológicas aumentam a biodisponibilidade de nutrientes, estimulam o desenvolvimento radicular e reforçam a tolerância a fatores de stress, como seca, doenças e condições edafoclimáticas adversas.

Metodologicamente, integra selecção de microrganismos, ensaios em ambiente controlado e validação no terreno, com espécies de elevada relevância económica e ecológica, como o sobreiro, a azinheira, o pinheiro e o eucalipto, permitindo avaliar o impacto dos biofertilizantes no crescimento e na resiliência das plantas.

Os resultados preliminares revelam melhorias significativas no crescimento e na adaptação ao stress hídrico, embora a validação a longo prazo exija continuidade dos ensaios.

O BIOFER contribui para uma silvicultura mais sustentável, reduzindo o recurso a químicos e posicionando a empresa como referência na inovação florestal.

Projeto Micorrização em viveiro
Projeto Micorrização em viveiro
Projeto Micorrização em viveiro
Projeto Micorrização em viveiro
Projeto Micorrização em viveiro
Projeto Micorrização em viveiro
Projeto Micorrização em viveiro
Projeto Micorrização em viveiro
Projeto Micorrização em viveiro
Projeto Micorrização em viveiro
Projeto Micorrização em viveiro

Projeto Micorrização em viveiro

O projeto de micorrização em viveiro tem como principal objetivo estudar e desenvolver metodologias que promovam a regeneração e crescimento de espécies florestais, nomeadamente sobreiro e pinheiro-manso, através da inoculação de micorrizas em fase de viveiro.

Surge como resposta à crescente dificuldade de regeneração natural das florestas portuguesas, causada por alterações climáticas, degradação dos solos, incêndios e uso intensivo do território.

A abordagem baseia-se na utilização de micorrizas, associações simbióticas entre fungos e raízes que melhoram a absorção de água e nutrientes, aumentando a resistência a condições adversas como seca, pragas e doenças.

A aplicação em viveiro permite preparar as plantas antes da instalação em campo, aumentando significativamente as taxas de sobrevivência.

Metodologicamente, o projecto envolveu ensaios de inoculação em viveiro, monitorização do crescimento e validação em condições reais. Foram testados diferentes biofertilizantes, microrganismos, tipos de solo, condições climáticas e dosagens, identificando as soluções mais eficazes para cada espécie.

Os resultados demonstram redução da mortalidade, aumento do crescimento radicular, melhoria do estado nutricional e maior resistência ao stress.

A micorrização afirma-se assim como ferramenta essencial da silvicultura sustentável, integrando biotecnologia na gestão florestal.

Projeto oak regeneration
Projeto oak regeneration
Projeto oak regeneration
Projeto oak regeneration
Projeto oak regeneration
Projeto oak regeneration

Projeto oak regeneration

O projeto Oak Regeneration, desenvolvido pela Silvitec Micoflora, centra-se na investigação e aplicação de micorrizas para promover a regeneração natural de montados de sobreiro e azinheira em Portugal.

Surge como resposta à crescente diminuição da regeneração natural destas espécies, considerada uma ameaça à sustentabilidade ecológica e económica destes ecossistemas.

Atualmente, a regeneração faz-se sobretudo por plantação artificial, com custos elevados e maior pressão sobre os solos. 
Por isso, o projecto estuda o uso de micorrizas, associações simbióticas entre fungos e raízes das plantas, como forma de fertilização biológica capaz de melhorar o crescimento e a sobrevivência de árvores jovens.

Para optimizar a inoculação no terreno, recorre-se a pastilhas com inóculos de fungos ectomicorrízicos.

Metodologicamente, envolve análise do solo, estudo da regeneração natural, aplicação experimental das micorrizas em árvores jovens e monitorização do crescimento ao longo do tempo, comparando áreas tratadas e não tratadas.

Apesar da complexidade do estudo em ambiente natural, os resultados preliminares apontam para um potencial significativo, embora exijam validação a longo prazo.

O Oak Regeneration representa uma abordagem inovadora e sustentável, reduzindo o uso de fertilizantes químicos e contribuindo para a conservação dos montados.

Projeto Tuber borchii
Projeto Tuber borchii
Projeto Tuber borchii

Projeto Tuber borchii

O projeto Tuber borchii, desenvolvido pela Micoflora, teve como objetivo investigar e desenvolver metodologias para o cultivo desta trufa silvestre em Portugal, com especial enfoque na região do Alentejo.

Surgiu da necessidade de explorar o potencial económico e ecológico das trufas, recurso ainda pouco desenvolvido no contexto nacional, apesar da elevada valorização internacional.

A Tuber borchii apresenta boa adaptação ecológica, rápida frutificação e capacidade de associação com várias espécies arbóreas, como o pinheiro manso, o sobreiro e a azinheira, sendo uma alternativa interessante para a diversificação da produção florestal e o desenvolvimento rural sustentável.

Cientificamente, o projecto estudou as condições edafoclimáticas ideais e a eficácia da micorrização, com vários ensaios de campo ao longo dos anos:

  • inoculação em viveiro e em campo,
  • monitorização do solo e
  • análises laboratoriais em diferentes condições ambientais.

Apesar dos desafios, sobretudo a falta de conhecimento sobre a adaptação aos solos portugueses e a influência da pluviosidade, os resultados confirmaram a presença da Tuber borchii nas raízes inoculadas e a viabilidade do seu cultivo em Portugal.

O projeto posiciona a Micoflora como pioneira da truficultura nacional, abrindo caminho à expansão futura desta atividade.

O futuro, o melhor ainda está por vir.

Com os olhos postos no futuro, renovamos o nosso compromisso com a floresta, com a nossa missão e com as pessoas que nos rodeiam.

Continuaremos a inovar, a aprender e a crescer juntos, procurando soluções cada vez melhores para os desafios do setor agroflorestal.

Que os próximos 20 anos sejam marcados por mais histórias de sucesso, mais parcerias significativas e mais impacto positivo.

Continuaremos a construir um mundo onde a agricultura e a floresta coexistem harmoniosamente com a natureza, garantindo um futuro próspero para todos.

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